A apresentação de um novo produto mudou a indústria da música em dia
como este, no ano de 1948, quando a Columbia Records introduziu o LP
(Long Play), no Hotel Waldorf-Astoria, em Nova York. Também conhecido
como disco de vinil, ou simplesmente vinil, o novo padrão substituiu o
disco de 78 rotações - RPM (rotações por minuto). Entre as vantagens do
vinil estão a reprodução de um número maior de músicas - os 78 RPM
tinham apenas uma canção em cada lado do disco - a excelente qualidade
sonora e, claro, as capas dos LPs.
O vinil é uma gravação analógica,
feita em sulcos microscópicos, que fazem a agulha vibrar. Essa vibração
se torna um sinal elétrico que é amplificado e transformado em música.
Uma das suas desvantagens é que exige muito cuidado com o manuseio, já
que qualquer arranhão pode estragá-lo. Também é preciso deixá-lo livre
da poeira. O ideal é guardá-lo na posição vertical e dentro da sua capa
ou proteção.
O reinado do vinil durou até os anos 90, quando ele se
tornou obsoleto diante da invenção do compact disc (CD). Os LPs
praticamente despareceram, contudo, alguns artistas seguem lançando
vinis e ainda há uma legião de fãs e DJs pelo mundo que seguem fiéis a
eles.
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