A data de nascimento de Jesus Cristo não é citada na Bíblia.
Até o ano 349, em muitos lugares o Natal era celebrado em outros dias,
como 6 de janeiro. Somente no ano seguinte é que a Natividade passou a
ser comemorada oficialmente em 25 de dezembro pelos cristãos.
Na
cidade egípcia de Alexandria, no século III, tornou-se costume a
celebração da Natividade de Cristo junto com a festa da Epifania, isto
é, em 6 de Janeiro. A festividade comemora três eventos da vida de
Jesus: a adoração dos Reis Magos, o batismo no Rio Jordão e o primeiro
milagre, realizado nas bodas de Canaã.
Acredita-se
que a igreja católica tenha escolhido o 25 de dezembro como forma de
cristianizar as festas pagãs. A Saturnália era celebrada em Roma entre
17 e 24 de dezembro em homenagem ao deus Saturno. Na ocasião, os romanos
comemoravam o fim do ano agrário e religioso e o início de um novo
ciclo. Outra comemoração da época era o dia do nascimento do Sol
Invicto, a vitória da luz sobre a noite mais longa do ano, o solstício
de inverno.
A primeira menção oficial de 25 de dezembro como o aniversário de Jesus aparece em um calendário romano do ano 336, época de Constantino, o primeiro imperador cristão de Roma. No ano 350, o Papa Júlio I estabeleceu oficialmente a data como o nascimento de Cristo. Isso trouxe clareza a uma questão que dividia a cristandade e legitimava a prática de celebrar o Natal. No final do século IV, a maioria das denominações cristãs reconheceu 25 de dezembro como a data de nascimento de Jesus.
A primeira menção oficial de 25 de dezembro como o aniversário de Jesus aparece em um calendário romano do ano 336, época de Constantino, o primeiro imperador cristão de Roma. No ano 350, o Papa Júlio I estabeleceu oficialmente a data como o nascimento de Cristo. Isso trouxe clareza a uma questão que dividia a cristandade e legitimava a prática de celebrar o Natal. No final do século IV, a maioria das denominações cristãs reconheceu 25 de dezembro como a data de nascimento de Jesus.
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