Em 3 de junho de 1940, as forças aéreas alemães bombardearam Paris, matando 254 pessoas, a maioria delas civis.
Determinados
a arruinar a economia e as forças armadas da França, reduzir sua
população e, resumidamente, destruir sua moral e sua capacidade de
angariar apoio para as nações ocupadas, os alemães bombardearam a
capital da França sem levar em consideração que a maioria das vítimas
eram civis, incluindo crianças. O bombardeio alcançou seu objetivo,
criando um clima de terror no país – o ministro do interior francês só
conseguiu evitar que oficiais do governo abandonassem Paris ao
ameaçá-los com penas severas.
Apesar
do fato de a Força Expedicionária Britânica estar prestes a completar
sua evacuação em Dunquerque e a França à beira do colapso com a invasão
alemã, o Gabinete de Guerra Britânico foi informado que o rei da
Noruega, Haakon, havia expressado sua total confiança na vitória final
dos aliados. O rei, tendo feito seu prognóstico, fugiu então para a
Inglaterra, já que seu país estava sob a ocupação alemã.

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